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Dr Luiz Henrique Conte Ortopedista Ombro e Cotovelo

ORTOPEDISTA DE OMBRO E COTOVELO EM SÃO PAULO

 Atendimento médico de alto padrão

Ortopedista de ombro e cotovelo em São Paulo.

CRM-SP 177.011 /RQE 106.054

Médico formado pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo , com Residência Médica em Ortopedia e  com Título de Especialista em Ortopedia pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia ( SBOT)

Ortopedista em São Paulo pela  Especialização em Ortopedia de Ombro e Cotovelo pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e com título de especialista pela Sociedade Brasileira de Ortopedia de Ombro e Cotovelo. 

Anos de experiência atendendo em clínica de ortopedia de ombro e cotovelo em São Paulo.(SP).

UM POUCO SOBRE O DR LUIZ HENRIQUE CONTE

Ortopedista de ombro e cotovelo em São Paulo

COMO É CONSULTA COM ORTOPEDISTA DE OMBRO E COTOVELO?

A consulta ortopédica é o momento onde me conecto com meu paciente através de uma escuta atenta a suas queixas, buscando sempre acolhê-lo da melhor forma possível.

PERGUNTAS FREQUENTES

Quais as doenças que o ortopedista trata?

O ortopedista trata uma ampla variedade de doenças e condições que afetam o sistema musculoesquelético, que inclui ossos, articulações, ligamentos, tendões, músculos e nervos. Algumas das principais doenças e condições tratadas por ortopedistas incluem:

  1. Fraturas ósseas: Lesões nos ossos que podem variar de pequenas fraturas a fraturas complexas que requerem cirurgia.

  2. Lesões ligamentares e tendinosas: Lesões nos ligamentos (por exemplo, ligamento cruzado anterior) e tendões (como tendinite ou ruptura do tendão de Aquiles).

  3. Artrose (osteoartrite): Uma condição degenerativa das articulações que causa dor, inflamação e rigidez.

  4. Lesões esportivas: Incluindo entorses, distensões, luxações e outras lesões relacionadas à prática esportiva.

  5. Escoliose e outras deformidades da coluna vertebral: Desvios da coluna vertebral que podem causar dor e limitações na mobilidade.

  6. Doenças degenerativas da coluna: Como hérnia de disco, estenose espinhal e espondilolistese.

  7. Traumatismos ortopédicos: Traumas graves como lesões na medula espinhal, lesões complexas em membros e lesões traumáticas em articulações.

  8. Doenças congênitas e adquiridas: Como displasia do quadril, pé torto congênito e outras condições que afetam o desenvolvimento normal dos ossos e articulações.

  9. Infecções ósseas e articulares: Como osteomielite (infecção óssea) e artrite séptica (infecção articular).

  10. Tumores ósseos e de tecidos moles: Tumores benignos e malignos que afetam os ossos e tecidos moles adjacentes.

Essas são apenas algumas das doenças e condições que os ortopedistas tratam rotineiramente. Eles são especialistas em diagnosticar, tratar e reabilitar pacientes com problemas musculoesqueléticos, com o objetivo de restaurar a função e melhorar a qualidade de vida.

Qual o valor de um ortopedista?

Por determinação de Resolução do Conselho Federal de Medicina é proibido a divulgação de valores de consultas e procedimentos médicos em sites da internet. Para saber o valor e o preço de procedimentos é necessário antes passar em consulta .O valor da consulta com um dermatologista pode variar dependendo de vários fatores, incluindo a localização geográfica. 

Quando se deve procurar um ortopedista?

Você deve procurar um ortopedista sempre que estiver enfrentando qualquer tipo de problema ou desconforto relacionado ao sistema musculoesquelético. Aqui estão algumas situações em que é aconselhável buscar a avaliação de um ortopedista:

  1. Dor persistente em qualquer parte do corpo, especialmente nas articulações, músculos, ossos ou na coluna vertebral.
  2. Lesões agudas, como entorses, distensões, fraturas ou luxações.
  3. Dificuldade para realizar atividades cotidianas devido à dor, rigidez ou limitação de movimento.
  4. Inchaço, vermelhidão ou calor em torno de uma articulação ou região específica.
  5. Instabilidade ou sensação de que uma articulação está “solta”.
  6. Dor crônica nas costas ou no pescoço, especialmente se estiver interferindo na sua qualidade de vida.
  7. Suspeita de lesão relacionada à prática esportiva.
  8. Mudanças na marcha ou na postura.
  9. Desenvolvimento de deformidades ósseas ou articulares, como joanetes ou escoliose.
  10. Dor persistente nas articulações, especialmente durante ou após a atividade física.

Mesmo que os sintomas não sejam graves, é sempre melhor buscar a orientação de um ortopedista para um diagnóstico preciso e um plano de tratamento adequado. Um ortopedista pode oferecer uma variedade de opções de tratamento, que podem incluir terapia física, medicamentos, injeções, imobilizações, cirurgia ou outras intervenções, dependendo da gravidade e da natureza do problema.

O que fazer para aliviar a dor no ombro?

Existem várias medidas que você pode tomar para aliviar a dor no ombro. No entanto, é importante ressaltar que se a dor for persistente ou grave, é recomendável consultar um médico ortopedista para um diagnóstico preciso e um plano de tratamento adequado. Aqui estão algumas sugestões gerais para aliviar a dor no ombro:

  1. Repouso: Evite atividades que exacerbem a dor no ombro. Descanse a área afetada para permitir que os tecidos se curem.

  2. Aplicação de gelo: A aplicação de gelo pode ajudar a reduzir a inflamação e aliviar a dor. Aplique gelo na área dolorida por 15 a 20 minutos, várias vezes ao dia, especialmente nas primeiras 48 horas após a lesão.

  3. Compressas quentes: Após as primeiras 48 horas, aplicar compressas quentes pode ajudar a relaxar os músculos e aliviar a dor. Use uma compressa quente por 15 a 20 minutos, várias vezes ao dia.

  4. Medicamentos anti-inflamatórios: Medicamentos de venda livre, como ibuprofeno ou naproxeno, podem ajudar a reduzir a dor e a inflamação. Siga as instruções do fabricante ou consulte um médico para orientação.

  5. Exercícios de alongamento e fortalecimento: Uma vez que a dor aguda tenha diminuído, exercícios suaves de alongamento e fortalecimento podem ajudar a melhorar a flexibilidade e a estabilidade do ombro. No entanto, é importante realizar esses exercícios sob a orientação de um fisioterapeuta ou médico.

  6. Fisioterapia: Um fisioterapeuta pode recomendar exercícios específicos e técnicas de terapia manual para ajudar a aliviar a dor e melhorar a função do ombro.

  7. Evitar atividades que agravem a dor: Evite atividades que causem dor no ombro ou que possam piorar a condição. Isso pode incluir levantar objetos pesados, movimentos repetitivos ou posições desconfortáveis.

  8. Postura correta: Mantenha uma boa postura ao sentar, ficar em pé e ao realizar atividades diárias para evitar a sobrecarga no ombro.

Se a dor no ombro persistir ou piorar, ou se houver outros sintomas como inchaço, vermelhidão, dormência ou fraqueza, é importante procurar atendimento médico imediatamente. Estes podem ser sinais de uma lesão mais grave que requer avaliação e tratamento adequados.

Como é feito o exame do ortopedista?

O exame realizado por um ortopedista pode variar dependendo da queixa do paciente e da suspeita diagnóstica. No entanto, aqui estão algumas etapas comuns que podem fazer parte do exame ortopédico:

  1. Histórico médico: O ortopedista começará entrevistando o paciente para entender melhor a queixa atual, histórico médico pessoal e familiar, atividades físicas, histórico de lesões anteriores e qualquer outra informação relevante.

  2. Exame físico: O ortopedista irá examinar a área afetada, avaliando a amplitude de movimento, estabilidade, força muscular, sensibilidade e presença de inchaço, calor ou deformidades. Isso pode envolver testes específicos para determinar a fonte da dor ou da limitação de movimento.

  3. Testes de função: O ortopedista pode realizar testes de função específicos para avaliar a capacidade do paciente de realizar determinados movimentos ou atividades. Isso pode incluir testes de equilíbrio, coordenação e resistência muscular.

  4. Exames complementares: Dependendo da suspeita diagnóstica, o ortopedista pode solicitar exames complementares, como radiografias, ressonância magnética, tomografia computadorizada, ultrassonografia ou exames de sangue. Esses exames ajudam a confirmar o diagnóstico e a avaliar a extensão da lesão ou condição.

  5. Avaliação da marcha: Em alguns casos, o ortopedista pode observar a marcha do paciente para identificar anormalidades na forma como ele se movimenta.

  6. Avaliação postural: O ortopedista pode avaliar a postura do paciente em pé, sentado ou durante a realização de atividades específicas para identificar problemas posturais que possam contribuir para a queixa.

  7. Discussão do plano de tratamento: Com base nos resultados do exame físico e nos exames complementares, o ortopedista discutirá o diagnóstico e desenvolverá um plano de tratamento personalizado para atender às necessidades individuais do paciente. Isso pode incluir intervenções como medicamentos, fisioterapia, imobilização, injeções, cirurgia ou outras modalidades de tratamento.

É importante lembrar que o exame ortopédico é apenas uma parte do processo de diagnóstico e tratamento. O ortopedista trabalha em conjunto com o paciente para desenvolver um plano de tratamento eficaz e ajudar a melhorar a função e a qualidade de vida.

Quantas vezes ao ano ir ao ortopedista?

A frequência com que você deve visitar o ortopedista pode variar dependendo de vários fatores, como sua idade, histórico médico, condições de pele pré-existentes.

Em geral, é recomendado que adultos saudáveis façam uma consulta  anualmente para exames de rotina.

É importante ressaltar que a frequência das consultas ortopédicas pode variar de acordo com cada indivíduo, e as recomendações específicas devem ser discutidas com o ortopedista com base em suas circunstâncias individuais.

Como escolher um bom ortopedista?

Escolher um bom ortopedista é importante para receber um cuidado de qualidade para sua pele. Faça uma pesquisa online e peça recomendações a amigos, familiares ou outros profissionais de saúde confiáveis. Verifique se o ortopedista possui uma boa reputação, experiência e qualificações adequadas.

Certifique-se de que o ortopedista  seja licenciado e certificado na área de ortopedia. Verifique suas qualificações, como diplomas, especializações e associações profissionais. É possível pesquisar sobre o médico dermatologista no site do CREMESP e no da SBOT 

Considere se o dermatologista possui experiência específica no tratamento das condições que você tem ou nas áreas de seu interesse,

Qual a importância de ir ao ortopedista?

Ir ao ortopedista é de extrema importância por várias razões:

  1. Diagnóstico preciso: Um ortopedista é um médico especializado no diagnóstico e tratamento de doenças e lesões do sistema musculoesquelético. Eles têm conhecimento especializado para identificar a causa subjacente dos sintomas e podem fornecer um diagnóstico preciso.

  2. Tratamento especializado: Os ortopedistas estão equipados com uma variedade de opções de tratamento para uma ampla gama de condições musculoesqueléticas. Eles podem recomendar uma variedade de intervenções, incluindo medicamentos, terapia física, injeções, imobilizações, cirurgia e outras modalidades de tratamento, dependendo da natureza e gravidade da condição.

  3. Prevenção de complicações: Ao receber tratamento adequado e oportuno, muitas condições musculoesqueléticas podem ser gerenciadas com sucesso, prevenindo complicações futuras e melhorando os resultados a longo prazo.

  4. Melhoria da qualidade de vida: Ao aliviar a dor, restaurar a função e melhorar a mobilidade, os ortopedistas ajudam os pacientes a melhorar sua qualidade de vida e retomar suas atividades diárias e recreativas.

  5. Orientação e aconselhamento: Os ortopedistas podem fornecer orientações sobre prevenção de lesões, reabilitação, exercícios adequados e modificação do estilo de vida para ajudar os pacientes a manter a saúde musculoesquelética a longo prazo.

  6. Gestão de lesões relacionadas ao esporte: Para atletas e pessoas ativas, os ortopedistas desempenham um papel crucial na gestão de lesões esportivas, ajudando na recuperação e no retorno seguro à atividade física.

  7. Abordagem multidisciplinar: Em muitos casos, os ortopedistas trabalham em conjunto com outros profissionais de saúde, como fisioterapeutas, quiropráticos, reumatologistas e cirurgiões, para fornecer uma abordagem integrada e abrangente ao cuidado do paciente.

Em resumo, ir ao ortopedista é fundamental para receber um diagnóstico preciso, tratamento especializado e orientação personalizada para problemas musculoesqueléticos, ajudando os pacientes a recuperar sua saúde e qualidade de vida.

Quais exames o ortopedista pode pedir?

O ortopedista pode solicitar uma variedade de exames, dependendo da queixa do paciente, suspeita diagnóstica e necessidades específicas de cada caso. Alguns dos exames mais comuns que um ortopedista pode pedir incluem:

  1. Radiografias: São imagens bidimensionais dos ossos e articulações que podem ser usadas para diagnosticar fraturas, deslocamentos, deformidades ósseas, artrite e outras condições ósseas.

  2. Ressonância magnética (RM): A ressonância magnética utiliza campos magnéticos e ondas de rádio para criar imagens detalhadas dos tecidos moles, como músculos, tendões, ligamentos e cartilagens. É frequentemente utilizada para diagnosticar lesões nos tecidos moles, como lesões ligamentares, tendinosas ou cartilaginosas, além de problemas na coluna vertebral.

  3. Tomografia computadorizada (TC): A tomografia computadorizada produz imagens detalhadas em fatias transversais do corpo, proporcionando uma visão tridimensional dos ossos e articulações. É útil para avaliar fraturas complexas, deformidades ósseas, doenças articulares e lesões na coluna vertebral.

  4. Ultrassonografia: A ultrassonografia usa ondas sonoras para criar imagens em tempo real dos tecidos moles, como músculos, tendões e ligamentos. É frequentemente utilizada para avaliar lesões tendinosas, bursite, cistos e outras condições dos tecidos moles.

  5. Artrografia: Este é um procedimento de imagem no qual um contraste é injetado em uma articulação antes de uma radiografia, ressonância magnética ou tomografia computadorizada para melhorar a visualização das estruturas intra-articulares, como cartilagem, ligamentos e membrana sinovial.

  6. Densitometria óssea: A densitometria óssea é um exame usado para avaliar a densidade mineral óssea e diagnosticar osteoporose ou outras condições ósseas relacionadas.

  7. Exames de sangue: Os exames de sangue podem ser solicitados para avaliar marcadores inflamatórios, níveis de cálcio, fósforo, vitamina D ou para detectar sinais de infecção ou doenças sistêmicas que possam afetar o sistema musculoesquelético.

Estes são apenas alguns dos exames que um ortopedista pode solicitar. O tipo de exame depende da condição específica do paciente e das informações necessárias para um diagnóstico preciso e um plano de tratamento adequado.

Como saber se o nervo do ombro está inflamado?

A inflamação de um nervo no ombro pode causar uma variedade de sintomas, e é importante reconhecê-los para procurar tratamento adequado. Aqui estão alguns sinais e sintomas que podem indicar inflamação do nervo no ombro:
  1. Dor: A dor é um sintoma comum de inflamação do nervo no ombro. Pode ser uma dor aguda, latejante, queimação ou formigamento que pode se espalhar para o braço, pescoço ou costas.

  2. Sensibilidade ao toque: O nervo inflamado pode tornar a área ao redor do ombro sensível ao toque. Pressionar ou palpar a região pode aumentar a sensação de dor ou desconforto.

  3. Fraqueza muscular: A inflamação do nervo pode afetar os sinais nervosos enviados aos músculos do ombro, resultando em fraqueza muscular. Isso pode levar a dificuldade em levantar o braço ou realizar atividades que exigem força no ombro.

  4. Dormência ou formigamento: Você pode experimentar sensações de dormência, formigamento ou “alfinetes e agulhas” na área afetada pelo nervo inflamado.

  5. Diminuição da amplitude de movimento: A inflamação do nervo pode causar rigidez e restrição do movimento no ombro afetado. Isso pode tornar difícil realizar certas atividades, como levantar o braço acima da cabeça ou alcançar atrás das costas.

  6. Sintomas radiculares: Se o nervo inflamado estiver comprimindo a raiz nervosa na coluna cervical, você pode experimentar sintomas radiculares, como dor que irradia pelo braço até a mão, fraqueza ou dormência em certas partes do braço ou mão.

Se você suspeitar que o nervo do seu ombro está inflamado, é importante procurar atendimento médico. Um ortopedista ou médico especializado pode realizar um exame físico detalhado, avaliar seus sintomas e solicitar exames adicionais, como radiografias, ressonância magnética ou exames de condução nervosa, se necessário, para confirmar o diagnóstico e recomendar um plano de tratamento adequado.

Como é a dor da bursite no ombro?

A bursite no ombro é uma condição na qual a bursa, uma pequena bolsa cheia de líquido localizada entre o osso e os tecidos moles, fica inflamada. Essa inflamação pode causar vários sintomas, incluindo dor. A dor da bursite no ombro pode variar em intensidade e características, mas geralmente é descrita como:

  1. Dor localizada: A dor geralmente é sentida na parte lateral ou superior do ombro, podendo se estender para o braço.

  2. Dor ao movimentar o braço: A dor pode piorar com movimentos que envolvem o ombro, como levantar o braço acima da cabeça, alcançar para trás ou para frente, ou realizar movimentos de rotação.

  3. Dor noturna: Alguns indivíduos podem experimentar aumento da dor durante a noite, especialmente ao deitar sobre o ombro afetado.

  4. Dor ao pressionar: A área ao redor do ombro afetado pode estar sensível ao toque, e pressionar sobre a bursa inflamada pode causar dor adicional.

  5. Dor com atividades cotidianas: Atividades rotineiras que envolvem o uso do ombro, como pentear o cabelo, vestir-se ou carregar objetos leves, podem causar desconforto.

  6. Rigidez: Pode ocorrer rigidez no ombro afetado, especialmente após períodos de repouso prolongado.

É importante observar que os sintomas da bursite no ombro podem se sobrepor a outras condições musculoesqueléticas, como tendinite do manguito rotador ou artrite, então é fundamental procurar avaliação médica para um diagnóstico preciso. Um ortopedista ou médico especializado pode realizar um exame físico detalhado, avaliar seus sintomas e, se necessário, solicitar exames de imagem, como radiografias ou ultrassonografia, para confirmar o diagnóstico e recomendar o tratamento apropriado.

Qual a diferença de tendinite e bursite?

Ambas são caracterizadas como processos inflamatórios. No entanto, a tendinite é uma inflamação que atinge o tendão, enquanto a inflamação atinge a bursa. Nesse sentido, é possível afirmar que a bursite é um processo inflamatório secundário, pois só ocorre após uma lesão no tendão, ou seja, a tendinite.

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